Thetahealing: Como Tudo Mudou Tão Rápido Para Mim

Veja o que o Thetahealing DNA Básico promoveu na vida aluna e amiga Ileana Garcez:

“Venho de uma família ecumênica. Nela temos espíritas, católicos, evangélicos, candomblecistas, umbandistas. Acho que pelo fato de sempre todos se respeitarem entre si, acabei forjando o meu senso de espiritualidade “bebendo” em várias fontes.

Muito herdei da minha avó, Dona Pequena. Uma pernambucana de muita fé e que todos os domingos pela manhã comparecia a missa católica da Catedral de nossa cidade, mas que não abandonava as reuniões espíritas que ocorriam durante a semana.

Certo dia Dona Pequena (contava ela) percebeu que se sentia mais conectada com Deus nas reuniões espíritas, que ali ela sentia-se em PAZ. Minha mãe seguiu seus passos, herdou os seus dons e mistérios e neste ambiente eu cresci.

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Com o passar dos anos, Dona Pequena começou a fazer as reuniões espíritas em nossa casa e eu acompanhava tudo de perto, fascinada com a fé e a gratidão que ela demonstrava ter.

Sempre existia uma reza, um banho de folhas, uma maneira de ascender as velas e qual a cor certa a ser usada e sempre (ou na maioria das vezes) havia uma sensação de alívio, de leveza quando as pessoas saiam desses pequenos e sagrados rituais que nos são passados sabiamente por tantas gerações.

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A questão é que quando crescemos, crescem as dúvidas, aumentam as ambições e eleva-se as cobranças sociais em sermos um projeto de gente que deu certo. Vai me dizer, que você aí que está me lendo nunca se sentiu assim?

Em certo momento da minha vida, depois dos trinta anos de idade, tudo que parecia sólido começou a escorregar pelos meus dedos, como areia.

Eram tantas questões a serem trabalhadas que eu era incapaz de dar conta de todas elas e o que aconteceu foi um efeito dominó que me fez sentir, pela primeira vez na vida, que eu estava perdida.

PERDIDA era a palavra mais correta para aquele momento pois eu não sabia para onde ir, o que dizer, meu senso de julgamento já não prestava para quase nada . Mas nada como se sentir perdida para poder se ENCONTRAR ou REENCONTRAR.

Comecei uma série de questionamentos:

  • sobre mim;
  • sobre minhas crenças espirituais;
  • sobre como me conectar com Deus.

Mas não eram questões religiosas, isso eu tinha e tenho muito claro em mim. As questões eram basicamente:

EU x O MUNDO x DEUS.

Foi então que uma amiga querida, percebendo a minha total falta de norte, me indicou (muito sutilmente, por sinal), o ThetaHealing®.

Minha primeira pergunta foi:

Theta o que minha filha?!

 

Foi ai que me lembrei que esta amiga querida era também Terapeuta ThetaHealing® e que sempre me convidava para fazer seus cursos, e que eu sempre fugia.

Até hoje não sei bem o motivo deu fugir tanto, sendo tão aberta às questões filosóficas/psíquicas. Pode ser que houvesse algum tipo de medo de olhar para o que eu era por dentro e como eu me sentia por dentro.

Bem, lá fui eu perdida para a tal sessão de terapia ThetaHealing®, que seria conduzida pela minha amiga e terapeuta Camilla Borges.

Como é bom chegarmos incrédulos em uma sessão de terapia, pois vamos desarmados…

Sem entrar em maiores detalhes sobre minhas questões pessoais, em 50 minutos consegui arrumar algumas prateleiras da estante confusa que havia se tornado a minha vida.

Fiquei tão encantada que fiz o Curso de ThetaHealing® DNA Básico, que seria promovido e ministrado pela terapeuta Camilla Borges. Meu encantamento gerou a necessidade de estudar e entender melhor tudo aquilo, como tudo mudou tão rápido para mim e EM MIM.

Digo EM MIM por ser algo que realmente muda nossa essência, quem sabe venha dai o temo DNA Básico, utilizado pela Vianna Stibal, criadora do ThetaHealing®.

O ThetaHealing® me modificou em muitos aspectos, mas o mais significativo deles foi que passei a me conhecer melhor.

Nós, seres humanos, temos a prepotência de pensar que nos conhecemos a fundo, mas isso não passa de um ledo engano. Não posso dizer que é fácil olhar para dentro, muito pelo contrário. Mas chegamos a uma linha tênue em que torna-se necessário olharmos até mesmo o que a gente finge não ver.

Mas, a parte interessante, no ThetaHealing®, é que:

Tudo acaba sendo conduzido com tanta leveza que esta forma de olhar nos liberta de muitos pesos.

Passei a entender que ninguém, além de mim mesma, era responsável pelas minhas falhas humanas, pelas minhas crenças ou descrenças e principalmente pelas minhas autossabotagens.

Percebi como é importante entender:

  • o meu papel no meu núcleo familiar;
  • minha responsabilidade para com meus amigos e irmãos;
  • meu pertencimento a minha família paterna e materna;
  • minha necessidade de zelo com o mundo ao meu redor e também em relação a absolutamente Tudo o Que Há.

Mas de tudo que aprendi, o que mais me modificou, foi passar a ter e exercer a noção de GRATIDÃO.

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Passei a ser grata por absolutamente tudo que me acontece,

seja bom ou não muito bom. A gratidão nos transforma, nos liberta das nossas culpas internas, de culparmos os outros.

Entendi que a Gratidão está intimadamente ligada à Honra. Não é importante apenas ser grato, mas honrar Tudo no bem e no que não nos trouxe coisas boas, pois assim que nos moldamos humanos em sua plenitude dualista.

Quando entendemos que somos responsáveis, ativamente ou passivamente, por tudo de bom ou ruim que nos ocorre, é colocado em nossas mãos, o que chamamos no ThetaHealing® de Co-Criação.

Não se trata apenas de Theta (relacionado as ondas cerebrais theta) e Healing (cura), sendo assim, cura por meio das ondas Theta, mas de uma cura por meio do autoentendimento, da noção de pertencimento e de responsabilidade.

Por fim, só tenho Gratidão por, um dia, ter ficado tão perdida que precisei me encontrar.

Simplesmente Gratidão”

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Ileana Garcez

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